Foge o chão debaixo dos pés
Caem paredes
Cheira a papel húmido
E dos dias normais, só ruínas
Um soco no estômago
Dois
O medo de perder tudo
A impotência e todas as outras dores
O pânico da espera
E o soluçar envergonhado
Alívio fugaz
Ténues rasgos de luz
Dias longos
Noites em sobressalto
Três
O desabar incrédulo de quem procura o inevitável “porquê”
Cada vez menos força
Todos os dias menos coragem
Preciso acordar
Até os pesadelos têm de terminar.
Caem paredes
Cheira a papel húmido
E dos dias normais, só ruínas
Um soco no estômago
Dois
O medo de perder tudo
A impotência e todas as outras dores
O pânico da espera
E o soluçar envergonhado
Alívio fugaz
Ténues rasgos de luz
Dias longos
Noites em sobressalto
Três
O desabar incrédulo de quem procura o inevitável “porquê”
Cada vez menos força
Todos os dias menos coragem
Preciso acordar
Até os pesadelos têm de terminar.
1 comentários:
acordarás, para dias melhores. tu mesma o dizes: "até os pesadelos têm que terminar". torço por ti.
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